Liz Christine
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Como tantas outras
Liz Christine
terça-feira, 3 de maio de 2011
Madrugadas plenas de sabores
O silêncio tão inspirador quanto a doçura aveludada da tua voz – tanto faz, a perfeição é inerente aos instantes mais próximos ao início da madrugada tão plena de sabores quanto um mergulho em suaves superações da memória flutuante retida nos espelhos úmidos do banheiro durante uma imersão em espumas aromáticas (...).
A memória superada se desfaz nos espelhos e ilumina as paredes do chuveiro onde descanso das minhas conquistas mais recentes de novas fragrâncias circulando na voz que me inspira a desenhar borboletas na areia depois de um intenso desabrochar de sonhos compartilhados (...).
Despertando aos poucos para reencontrar sentidos intensificados pela luz da lua ao sabor de pausas na suave movimentação da noite tão fresca quanto o ar que me inspira a circular entre as doces contradições que se complementam tanto quanto as mudanças de sentido no ritmo das repetições alternadas com as mais recentes conquistas sossegando as compulsões de cada pausa na movimentação das madrugadas plenas de sabores (...).
Liz Christine
Uma frase do filme Ninotchka
domingo, 1 de maio de 2011
segunda-feira, 11 de abril de 2011
Plenitudes
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Sombras
domingo, 3 de abril de 2011
Como da primeira vez
Ah a exaustão que escorre das nuvens – mais café para descobrir a cor da indecisão que envolve cada instante da liberdade que perfuma o ar que se respira (...).
Ato nenhum é premeditado essa noite e tudo já foi dito em uma tarde da primavera ou em uma noite do inverno – tudo, exceto o essencial (...).
O essencial se esconde em cada pausa no movimentar de sílabas compartilhadas e não há nada mais que se queira comunicar além da exaustão que escorre das nuvens (...).
Toda a frivolidade compartilhada se evapora da minha memória enquanto abstraio minha capacidade de ouvir – não diga nada além do essencial (...).
E o essencial se esconde a cada pausa – tudo é dito a todo instante, tudo, menos o essencial (...).
Melhor se calar e abstrair qualquer possível capacidade de escutar – toda a concentração mirando a exaustão que escorre das nuvens (...).
Seria bom cantar o amor mas isso não existe mais – em lugar algum, em simplicidade alguma, em ato nenhum, em palavra alguma, em nenhum olhar atencioso, nem nas tardes de primavera nem nas noites de inverno (...).
Buscando um belo esconderijo para descansar asas cansadas de sobrevoar piscinas rasas (...).
“Desejava ainda mais: renascer sempre, cortar tudo que aprendera, o que vira, e inaugurar-se num terreno novo onde todo pequeno ato tivesse um significado, onde o ar fosse respirado como da primeira vez.” (Perto do coração selvagem, Clarice Lispector)
Liz Christine
Martina
Liz Christine

